01 outubro 2013

O Pequeno Príncipe
Cris Compagnoni dos Reis07:33 5 comentários



 Nunca se é velho de mais para ler esse clássico da Literatura Infantojuvenil, não sei especificar um motivo para não tê-lo lido antes, apenas que ele passou pelas minhas mãos neste momento e eu não resisti. Acho que sempre quis saber qual era a mágica que envolvia essa história, o que a faz ser tão lida e há tanto tempo, e porque que cada vez mais as pessoas colocam essa obra entre os seus livros favoritos, é exatamente isso que faz de um livro um clássico ter a capacidade de cativar leitores de todas as épocas. É uma história comovente e encantadora que deixou esta leitora aqui com a alma leve, não digo se sentindo criança novamente mas com aquela esperança, aquele sentimento de que tudo é possível, a redescoberta dos sonhos.

19 setembro 2013

O meu contador de histórias
Cris Compagnoni dos Reis02:20 3 comentários

Tudo têm um começo e eu sei dizer exatamente quando me tornei uma leitura “voraz”, foi logo depois que concluí o Ensino Médio, passei no vestibular mas a universidade em que matriculei estava em greve e durante os seis meses em que essa situação perdurou um livro acabou parando nas minhas mãos, acabei lendo, gostando e indo atrás de outro, depois mais um e assim foi indo. Não fui uma criança ou adolescente que gostava de ler, não tive uma professora que me mostrasse o mundo mágico da leitura, não tinha livros na minha casa, mas num passado muito remoto alguém plantou uma sementinha.

27 agosto 2013

A Culpa é das Estrelas
Cris Compagnoni dos Reis16:13 4 comentários



Juro que sempre tento fugir dos livros que estão nas listas dos mais vendidos, mas certas vezes ouço e leio tanto a respeito de alguns que sinto uma necessidade imensa de lê-los com urgência, não é que eu tenha algum tipo de preconceito com livros novos, o fato é que tenho uma lista gigantesca dos livros que quero ler, essa lista aumenta a cada dia e fica cada vez mais difícil de respeitar a ordem que eu mesma imponho, sempre aparece um furando a fila e foi o que aconteceu com A Culpa é das Estrelas, vai ver a culpa disso é delas também.

Fiquei refletindo à respeito desse título que, ao mesmo tempo parece não dizer nada sobre a história e dizer tudo, afinal de contas a quem Hazel  Grace pode culpar por ter câncer? Todos sabemos que certos hábitos como o cigarro e ingestão contínua de certos tipos de alimentos pode levar a isso depois de um certo tempo, mas uma adolescente que sempre levou uma vida saudável desenvolver um câncer de pulmão sem causa aparente não é algo fácil de se compreender, de aceitar, de encarar. Os tratamentos estão a cada dia mais modernos e eficientes mas o nome dessa doença ainda assusta, parece que a palavra morte vem nas entrelinhas.

23 julho 2013

Inferno
Cris Compagnoni dos Reis16:36 4 comentários



Não resisti e tive que ler o novo livro do Dan Brown sobre mais uma aventura do Robert Longdon, para uma leitora curiosa é praticamente impossível não querer saber mais sobre um personagem já conhecido mesmo que a história em questão não seja continuação das anteriores. Este é o quarto livro protagonizado pelo famoso professor de simbologia de Havard que, por causa do seu conhecimento sobre símbolos, sempre vive emocionantes aventuras.

Inferno tem como pano de fundo a literatura italiana do século XIV, mais especificamente em Inferno a primeira parte da obra A Divina Comédia de Dante Alighieri, de onde a parte histórica que inspira o autor. Mesclado a isso está o avanço da engenharia genética e algumas teorias transhumanista principalmente uma que se refere ao exponencial aumento populacional do planeta, junta-se a isso a cidade de Florença como cenário inicial com todos as suas construções históricas e obras de arte, posteriormente os personagens vão à Veneza e Istambul, lugares que “possuem” muitos símbolos a serem desvendados pelo protagonista.

19 junho 2013

Do "cheirinho" e textura para praticidade e inovação
Cris Compagnoni dos Reis04:08 10 comentários


Livro é uma coisa antiga, mas já teve o seu momento de “a tecnologia do momento”, se bem que na metade do século XV quando surgiram os primeiros exemplares de formato semelhante aos livros atuais não se usava a palavra tecnologia. A minha paixão por livros é inegável, eles são meus companheiros de todas as horas e tenho sempre pelo menos um bem a mão, e agora posso ter vários a minha disposição em um único aparelhinho eletrônico que carrego na bolsa onde quer que eu vá, parece fantástico porém tenho que me habituar com essa moderna forma de leitura. Não me considero uma pessoa moderna principalmente à respeito dos livros, pois gosto dele fisicamente também, gosto de sentir a textura da capa, o cheiro do papel, de ir virando cada página lida, gosto de tê-los arrumadinhos na minha estante, mas os livros digitais estão aí e aos poucos vou abrindo a guarda e me deixando seduzir.

08 junho 2013

Cinquenta Tons do Sr. Darcy: uma paródia
Cris Compagnoni dos Reis03:32 2 comentários

Uma amiga fã da Jane Austen que recentemente leu Cinquenta Tons de Cinza comprou este livro e disse que eu teria que ler, não sei dizer não então eu li. Cinquenta Tons do Sr. Darcy é uma paródia que mescla o clássico inglês Orgulho e Preconceito com a trilogia de literatura erótica que tem sido o assunto do momento no mundo da literatura. O objetivo do livro é ser engraçado mas para ver graça aqui é preciso que o leitor esteja desprovido de preconceitos.


Resenha


A história de Elizabeth Bennt e Fitzwillian Darcy é predominante sobre Anastacia Stel e Christian Gray, na verdade a herança do romance erótico nesse livro aparece no vocabulário com conotação sexual e o ambiente sadomasoquista mesmo na Inglaterra pré-vitoriana. O casal se conhece quando Jane, a irmã mais velha de Elizabeth passa a ser cortejada pelo amigo do Sr. Darcy que aqui é chamado de Sr. Bingulin, assim como em Orgulho e Preconceito Jane adoece ao fazer uma visita às irmãs de seu pretendente e fica acamada, Elizabeth vai até a casa do Sr. Bingulin a fim de cuidar da irmã e passa a ter maior proximidade com o Sr. Darcy.

16 maio 2013

Diário de um Banana: Rodrick é o cara
Cris Compagnoni dos Reis04:27 15 comentários


Esse é segundo volume da coleção Diário de um Banana onde Gregory Heffley registra as desventuras de ser um adolescente. Não li o primeiro livro da série, assisti ao filme baseado no mesmo, não tive problemas para acompanhar a história e nem mesmo aquela impressão de “pegar o bonde andando”, creio que isso se deva ao fato de que a adaptação da obra para as telonas deve ter sido bem fiel ao original.



Resenha


 Gregory é um adolescente americano que registra os fatos mais relevantes da sua vida em um diário, mas como ele mesmo diz, não é exatamente um diário, ele simplesmente produz esse material sobre a sua vida por que um dia, quando ele for rico e famoso, não precisará dar entrevistas sobre como foi a sua adolescência, ele poderá fornecer o seu “diário” para eventuais consultas. Quem é que não sonha com o sucesso não é mesmo?


04 maio 2013

Habituando-se aos brinquedos
Cris Compagnoni dos Reis19:51 1 comentários


Até parece mentira quando ouço alguém dizer que não gosta de ler, pra mim soa como não gostar de chocolate ou Coca-Cola, que é possível, mas é raro e no mínimo estranho. Pra mim a leitura é algo tão fundamental que fica difícil imaginar a vida sem os livros, sem as histórias e os personagens contidos em cada um deles porem, não nasci gostando de ler, é algo que foi surgindo com o exercício da leitura, foi se tornando um hábito que impulsionado pelo livro certo na hora certa passou a ser prazeroso e essencial.

Acredito ser perfeitamente possível aprender a gostar de ler, para isso precisamos primeiro fazer da leitura um hábito diário e não deixar que seja algo esporádico, principalmente se for “obrigatório” objetivando realizar algum trabalho acadêmico ou algo do gênero. Sugiro começar com textos curtos, contos, crônicas, e porque não histórias em quadrinhos, o importante é ler todos os dias, de 15 a 20 minutos por dia, com o passar do tempo, esses poucos minutos não serão suficientes, o próprio leitor sentirá necessidade de dispor de mais tempo para ler.

23 abril 2013

Descartes e uma leitura descartável!
Cris Compagnoni dos Reis00:22 0 comentários


É quando chega a hora de pegar um livro para ler que a dúvida ressurge: leio um clássico ou um best seller? Será um romance, uma aventura, infanto-juvenil, fantasia, suspense, é mais fácil de decidir, pois, vai de acordo com o meu estado de espírito no momento, agora, dentro dessas categorias ainda posso optar entre o consagrado e a novidade. Essa novidade é o que está na boca do povo, na lista dos mais vendidos, é assunto nas redes sociais, provavelmente será adaptado para o cinema, o marketing que envolve um best sellers nos cerca com um único propósito: vender. A qualidade deixa de ter importância, enxergou-se aí um nicho de comércio que nunca foi tão explorado como agora. Se um tipo de história vende, logo aparecem nas prateleira das livrarias muitas outras na mesma linha. Stephenie Meyer fez sucesso com a tão comentada Saga Crepúsculo, em seguida foram publicados dezenas de romances envolvendo vampiros e outros seres mitológicos, virou um fenômeno e até surgiu o termo “literatura vampírica”. Recentemente foi a trilogia de E.L. James que colocou a literatura erótica nas listas dos mais vendidos, e com isso as estantes ficaram entupidas com esse e muitos outros títulos de erotismo e sadomasoquismo.

01 abril 2013

Toda Mafalda – Da Primeira à Ultima Tira
Cris Compagnoni dos Reis00:51 11 comentários



 
Quem é que não gosta dessa menina esperta, curiosa, que vê o mundo de um jeito simples e não entende porque os adultos agem de forma a complicar tudo. As tirinhas da Mafalda estão cada vez mais presentes nas redes sociais, permitindo assim que as novas gerações conheçam essa personagem criada nos anos 60 e que coloca em voga assunto que ainda hoje são atuais.

Resenha:
Mafalda é uma menina de 6 anos de idade que se preocupa com a humanidade e o mundo em que vive, ela pretende trabalhar na ONU quando crescer, pois acha que assim ela poderá fazer alguma coisa para alcançar a tão sonhada paz mundial. Ela é curiosa e está sempre questionando os adultos a respeito de tudo, ela 




busca entender o porquê das coisas e está sempre sugerindo soluções práticas e simples que os adultos não conseguem enxergar.

26 fevereiro 2013

Ciúme, chulé e um apelido ridículo
Cris Compagnoni dos Reis10:45 0 comentários



Relacionamentos amorosos sempre rendem histórias, elas podem ser românticas, engraçadas, tristes, dramáticas, reais, fictícias, boas e até mesmo ruins que sempre terão público, já que existem pessoas como eu que adoram saber da vida de um casal, Alexandre e Laura são o casal da vez nesse livro.

Resenha:

Laura acaba de ficar desempregada e está sem namorado, ela conhece Alexandre na festa de aniversário de uma amiga, ela tem certeza de que encontrou o homem dos seus sonhos, e já projeta todo um futuro ao lado dele fazendo desse homem que mal conhece o seu companheiro da vida toda. Eles começam a namorar e no início tudo acontece como Laura imaginara, mas aos poucos ela vai percebendo pequenas coisas em Alexandre que a incomodam, mas que ela acaba relevando, como por exemplo, o chulé insuportável do namorado que ela finge não sentir.

18 fevereiro 2013

Sempre começo pelas orelhas
Cris Compagnoni dos Reis22:35 1 comentários



Não se julga um livro pela capa, essa é uma frase que já ouvi várias vezes e repeti algumas, ainda assim não sei se concordo plenamente com isso. Não julgo o livro pela capa, mas ela tem grande influência na decisão de qual livro será o próximo a ser lido, na verdade não é a imagem ou parte gráfica, mas o texto da contracapa e das orelhas do livro. Sempre tem as exceções como aquele livro que um amigo leu e recomenda, aquele que deu origem a um filme que eu gostei, aquele que é de um autor que já me agradou por algum outro livro, mas quando quero algo diferente do que já conheço e ninguém tem me falado de nada novo, é pelas orelhas que eu começo.


13 fevereiro 2013

A Comédia dos Anjos
Cris Compagnoni dos Reis19:40 3 comentários




Nada melhor do que começar o ano lendo uma boa comédia, principalmente para alguém como eu que acredita naquele velho dito popular que diz: rir faz bem pra alma.

Resenha:

Dona Madalena; uma senhora dominadora, daquelas que controlam a vida de todos que a cercam; nem ao “fazer a passagem” ela para com os seus mandos e desmandos, logo depois do seu enterro ela volta à convivência dos vivos como se nada tivesse acontecido já que ela precisa resolver alguns assuntos que não foram resolvidos.


12 fevereiro 2013

A 13ª Carta...
Cris Compagnoni dos Reis15:44 0 comentários



treze...Mais um ano começa e nada de novidade neste blog, reconheço que estou desleixada com as minhas leituras, a preguiça tomou conta da minha alma de leitora. Bom, todo mundo tira férias de alguma coisa de vez em quando, essas foram as minhas merecidas férias. É muito bom esvaziar a cabeça e não pensar em nada, nem nos meus amados livros, mas acabei refletindo sobre outras coisas, como uma possível mudança no blog por exemplo.Essa postagem já é algo “novo” por aqui, sempre postei sobre um livro específico e procurava não me desviar disso, mas percebo que não tenho sido muito constante nas minhas