12 novembro 2012

Cinquenta tons de liberdade
Cris Compagnoni dos Reis14:23 3 comentários


Previsível, desde o primeiro volume da trilogia já imaginava que essa história terminaria assim, e a profecia se cumpriu, sem surpresa alguma, sem emoção alguma, então não estarei estragando a história para nenhum potencial leitor se contar que Anastacia e Christian chegam ao seu “felizes para sempre” no fim da história.

Neste terceiro volume da trilogia me decepcionei com a falta da narrativa do casamento do casal principal, acho que toda leitora romântica esperava uma descrição melhor do evento, e não apenas alguns relances que surgiam nos sonhos da protagonista. A história já não vinha sendo bem contada, e assim ela permaneceu no seu episódio final.

Mas é compreensível o sucesso de vendas desses livros, pois não passa de um conto de fadas moderno, e contos de fadas são contados e recontados a séculos; a principal diferença é que neste existe sexo, mas inda têm o “príncipe encantado” que faz qualquer mulher suspirar.

06 novembro 2012

Divã
Cris Compagnoni dos Reis15:11 1 comentários


Têm uma Mercedes dentro de mim. É exatamente isso que senti ao ler Divã, será que só eu me senti assim? Minha relação com essa história é longa, antes de tudo assisti ao filme que foi inspirado no livro, amei a versão das telonas, ainda mais por ver a empolgação da minha irmã com ele, ela gosta tanto e, já viu tantas vezes, que já têm na memória muitos dos diálogos do filme. Depois veio o seriado, tive muita raiva ao descobrir, no final da segunda temporada, que não haveria uma terceira. E, algum tempo depois, a obra que originou tudo isso veio parar nas minhas mãos, pertence a minha irmã é claro, mas eu não deixaria de ler.

Esse é o segundo livro da Martha Medeiros que leio, e essa autora cresce cada vez mais no meu conceito, tenho a impressão de que ela me conhece, por isso escreve pra mim; as personagens dela tem alguma coisa minha ou sou eu que tenho algo delas? Não importa, sei que me identifico demais com as coisas que ela escreve, a forma como usa as palavras, é algo íntimo, que só eu sei sobre mim, apesar de que, agora, acho que a Martha sabe também.