17 agosto 2012

Nada dura para sempre
Cris Compagnoni dos Reis08:45 2 comentários


Já fazia algum tempo que não lia dada do Sidney Sheldon, sempre gostei muito dos livros dele porque as suas histórias sempre conseguiram me envolver, me deixar curiosa, aquele suspense com uma pitadinha de romance, personagens ambiciosos e outros corretíssimos, mocinhas corajosas e determinadas, vilões inescrupulosos.

Nada dura para sempre não seria diferente, a história começa quando três jovens médicas dão início a sua residência em um grande hospital público de São Francisco; Paige Taylor, Kate Hunter e Betty Talf são as únicas mulheres do grupo, e se tornam muito amigas, até passam a dividir um apartamento.

A vida corrida no hospital passa a fazer parte do cotidiano das três, mas elas sempre encontravam tempo para estar juntas, para se apaixonar. O livro não segue uma sequência cronológica, Sidney Sheldon sempre recorre ao passado das protagonistas para aos poucos o leitor possa conhecê-las e compreender as atitudes que elas tomam no decorrer da história.

Peige era filha de um médico que trabalhou a vida inteira para uma organização humanitária, ela cresceu em acampamentos por países pobres e sempre sonhou em ser igual ao pai. Betty sempre foi o patinho feio e desajeitado de uma família rica, sonhava em ser enfermeira, mas o pai lhe obrigou a fazer medicina porque se uma Talf queria trabalhar com saúde teria que ser médica e não outra coisa qualquer. E Kate foi abusada pelo padrasto quando criança, engravidou e fugiu para a casa de uma tia que ajudou a fazer um aborto e a incentivou a estudar e batalhar para ser uma vencedora, ela era uma negra determinada.

08 agosto 2012

A Última Música
Cris Compagnoni dos Reis15:12 1 comentários


As vezes a gente precisa de um pouco de romantismo na vida, para isso nada melhor do que ler uma história de amor. A Última Música é uma dessas histórias, não é “melosa” mas também não achei tão surpreendente.

Conta a história de Ronnie, depois de três anos sem falar com o pai porque o culpava de a ter abandonado depois do divórcio, ela e o irmão vão para uma pequena cidade no litoral para passar o verão com o pai. O autor explora dois tipos de relacionamento: o amor fraternal dela pelo pai estremecido pela separação e a primeira paixão da adolescente.

A primeira paixão é algo que me comove, novas experiências são sempre inesquecíveis, quando é bem escrita a história dos protagonistas nos faz lembra da nossa, e nos permite vivenciar novamente. Já o amor incondicional entre pais e filhos é algo que todo mundo sente, assim é fácil que qualquer leitor se identifique com a história, o que confirma um pouco mais a minha tese de que as história de Nicholas Sparks são comerciais, mas esse é apenas o segundo livro dele que leio, preciso conhecer os outros para poder confirmar tal tese.