15 setembro 2011

O senhor dos Anéis - O Retorno do Rei
Cris Compagnoni dos Reis11:26 2 comentários


Esse é o último volume da trilogia O Senhor dos Anéis, já sinto saudades da história antes mesmo de começar a falar sobre este livro, é aquela sensação de que Tolkien me deixou órfã, ficarei eternamente esperando uma continuação, mas a história finda aqui, e eu sempre poderei ler de novo.

Em O RETORNO DO REI as histórias seguem paralelamente, por um lado Sam e Frodo guiados por Sméagol (Gollum) a caminho de Mordor, Frodo está cada vez mais afetado pelo poder do anel, à medida que vão avançando na caminhada ele vai ficando mais fraco fisicamente e psicologicamente. Sam é sempre o ponto de apoio para o amigo, o incentiva, lhe dá esperanças, e protege Frodo das tentativas de Sméagol de se apoderar do anel.

Gandalf, depois de ajudar o rei Théoden e os cavaleiros de Rhoan na batalha do abismo de Helm, parte para a cidade de Minas Thirith, no reino de Gondor tentar convencer o regente do reino Denethor a pedir ajuda a Rhoan na guerra contra Mordor em nome de uma velha aliança entre os reinos, mas o mago encontra Denethor louco por causa da morte do seu filho Boromir, sendo assim, Gandalf e Marry acendem o farol que sinaliza esse pedido de auxílio.

Aragorn é quem vê o farol anuncia ao rei Théoden que Minas Thirith pede ajuda, o rei reúne o seu exército e, juntamente com Aragorn, Gimli e Légolas eles partem para Gondor. Mas no meio do caminho Aragorn, Gimli e Légolas se separam desse exército e seguem em direção a montanha dos mortos, de onde ninguém saiu vivo; os espíritos que vagam por essa montanha são assassinos e traidores de Isilur, que foram condenados a passar a eternidade naquele lugar por não cumprirem a promessa feita de lutar por Gondor. Mas na qualidade de herdeiro de Isilur, Aragorn propõe considerar a promessa cumprida caso eles lutem contra Mordor na guerra.

02 setembro 2011

UM DIA
Cris Compagnoni dos Reis11:58 7 comentários


Acho que nunca chorei tanto lendo um livro, essa história mexeu mesmo com as minhas emoções; engraçado como a gente se deixa envolver por histórias que não são as nossas e que nem ao menos são reais, mas o que eu sinto ao ler é real, tanto que tive de ter certo cuidado para não molhar as páginas do livro com minhas lágrimas.

Não é uma história dramática, é romântica, mas com certo drama; e amor romântico é aquela coisa que comove desde os tempos de Romeu e Julieta, ou até mesmo antes deles. Mas falando assim posso até passar a impressão de que a relação de Dexter e Emma é aquela coisa melosa, grudenta, cheia de juras e declarações, que geralmente as mulheres adoram e os homens detestam, mas não é assim, acredito que os homens poderão gostar dessa história também, e pode ser que eles até chorem, mas aí já seria pedir de mais.

Emma e Dexter se conhecem no dia da formatura, e apesar da atração mútua, de ficarem juntos a noite toda, dormirem juntos, eles não transam; nasce uma grande amizade que camufla uma um devastadora paixão por muito tempo. O que é o tempo afinal? Vinte anos se passam e essa “coisa” que existe entre esses dois não muda, eles mudam, suas vidas mudam, o mundo muda; mas o que sentem permanece.