10 julho 2011

O SENHOR DOS ANÉIS – AS DUAS TORRES
Cris Compagnoni dos Reis15:36 8 comentários


A primeira coisa que fiquei pensando a respeito desse livro foi o por que do nome AS DUAS TORRES, depois de lê-lo fui entender que todos os acontecimentos desse livro se dão entre a torre de Mordor, a torre do olho que tudo vê, e a torre de Isengard de onde Saruman planeja acabar com o mundo dos homens e comanda os seus exércitos de orcs.


O segundo volume da trilogia O SENHOR DOS ANÉIS têm uma atmosfera tensa, até triste eu diria, pois ainda estava inconformada com a morte de Gandalf no primeiro livro e o fim da Sociedade do Anel, de certa forma essa sociedade transmitia uma sensação de esperança em um final feliz, pois era fortalecida pela união dos membros, mas essa união acabou, foi cada um para um lado.

Em AS DUAS TORRES várias histórias acontecem simultaneamente, e vão se alternando pelos capítulos do livro. Frodo e Sam percebem que estão sendo seguidos por Gollum, o capturam e acabam tomando a criatura como guia para chegar a Mordor. Não citei Gollum na postagem A SOCIEDADE DO ANEL, é que a participação dele naquela parte da história era apenas um detalhe, mas nessa segunda parte a participação dele é de fundamental importância. Gollum é aquela criatura da qual Bilbo roubou o anel em O HOBBIT, desde então ele vem perseguindo o anel, pois passou tantos anos sobre o seu poder que agora tem a sua mente dominada por ele.


Gollum é uma criatura triste e solitária, já foi um homem antes de encontrar o anel, e o seu único objetivo agora é tê-lo de volta para si, ele se refere ao anel como “meu precioso” e jura fidelidade a Frodo por este ser o portador do anel. O fato é que sendo guia de Frodo e Sam ele estará sempre próximo do seu objeto de desejo e assim aguardará uma oportunidade para roubá-lo. Mas os três acabam sendo capturados por Faramir, irmão de Boromir, ambos filhos de Denethor, regente de Gondor. Faramir está em uma missão contra os homens de Sauron, e acha que os dois hobbits são espiões, leva-os para Gondor para ter o reconhecimento do pai, mas Sam acaba lhe contando como Boromir foi morto, ele sucumbiu ao anel e tentou matar Frodo para obtê-lo. Foi aí que Faramir resolve deixar que Sam, Frodo e Gollum continuem a sua viagem para Mordor na intenção de destruir o anel. Mas eles ainda terão que enfrentar muitos perigos nas Minas Tirith.

Marry e Pippin protagonizam a parte da história que mais me encantou, eles conseguiram fugir dos orcs que os levavam para Saruman, e entraram na floresta de Fangorn, lá eles encontram Barbárvore, um ent; em todas as histórias de fantasia e mitologia que eu já li nunca tinha me deparado com essa criatura, os ents são pastores de árvores, são gigantescos, são como árvores que andam e falam. Mas o que me deixou mais feliz foi que quando Barbárvore conheceu Marry e Pippin achou que os hobbits fossem orcs, e para tirar a dúvida levou-os ao mago para que esse lhe falasse se eles eram realmente quem diziam ser, e o mago era ninguém mais ninguém menos que Gandalf.

Ele lutou com o Balrog e, quando ambos caíram nas profundezas a luta continuou, o mago derrotou o a criatura das trevas, mas ficou esgotado, inconsciente; ele passou por algo como uma evolução, deixou de ser ‘Gandalf o Cinzento’ para ser ‘Gandalf o Branco’, tenho que admitir que cheguei a respirar aliviada quando li isso, voltei algumas páginas e li novamente para ter certeza de que não havia me enganado; e era verdade. Mas voltando aos ents, Marry e Pippin os convenceram a entrar na guerra, mas eles só o fizeram depois que viram que Sarumam estava destruindo a floresta, queimando as árvores, isso os deixou tão nervosos que eles destruíram Isengard, destruíram as fornalhas usadas na fabricação de armas e orcs, mas divertido foi quando os dois hobbits encontraram a despensa de Sarumam e se fartaram de comida e fumo.

Legolas, Gimli e Aragorn não encontram os hobbits que procuravam, mas encontram Galdalf, que conta a eles o que lhe aconteceu e os tranqüiliza quanto aos amigos que eles procuravam, juntos eles seguem para Rhoan, a terra dos cavaleiros, onde libertam o rei Théoden dos feitiços que o seu conselheiro Grima que é aliado de Saruman e não deixa que o rei veja o que está acontecendo com o seu reino. Gandalf precisa partir mas Aragorn, Legolas e Gimli ficam e Rohan para ajudar o rei a defender o seu povo dos orcs de Sarumam, todos se refugiam na fortaleza do Abismo de Helm. A batalha no Abismo de Helm é uma das mais dramáticas da trilogia, os poucos homens de Théoden já estão sem esperanças e em um número infinitamente menor que o exército de Sarumam.

Inesperadamente chegam ao Abismo muitos elfos para auxiliar Théoden nessa batalha, em nome da velha aliança dos elfos com os homens. Mas essa ajuda não é suficiente, pois os orcs são muitos, e quando o rei ordena que os seus homes batam em retirada, pois já não havia mais esperança, eis que surge Gandalf junto com o sobrinho do rei e vários guerreiros que tinham sido expulsos do reino por Grima. Não gosto muito das partes de guerra da história, mas tenho que admitir que adorei perceber como foi surgindo e ficando cada vez mais intensa a amizade entre o anão Gimli e o elfo Légolas, que se detestavam em A SOCIEDADE DO ANEL e durante essa batalha no Abismo já estão até em meio a uma competição particular contando quem mata mais orcs.

E é assim que se encerra o segundo volume da trilogia, confesso que fiquei um pouco mais esperançosa se comparar ao fim do primeiro volume, mas a ansiedade de iniciar logo o terceiro foi muito maior. Quanto ao RETORNO DO REI, já adiantarei que o rei que retorna é Aragorn, ele é o herdeiro de Isilur, herdeiro do trono de Gondor que está sob a regência do pai de Boromir e Faramir, e ele voltará a Gondor, mas será que assumirá o trono? Será que Frodo e Sam irão conseguir destruir o anel? Será que Sauron será destruído? Será que a paz voltará a reinar na Terra Média? 
Sobre o autor (a) Formada em Matemática e especialista em Estatística mas ganha a vida como bibliotecária e é viciada em livros. Facebook ou Twitter

8 comentários :

  1. Gosteei da sua visão do livroo parabens !

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  2. Parabéns pela visão da literatura e pela linguagem objetiva. Também lí os livros de Tolkien na ordem cronológica. Imagine que comecei por O Hobbit, por pura curiosidade, porque uma amiga o tinha e achei a capa azul daquela edição muito atraente. Se tiver mais curiosidade e por acaso não conhecer existe a trilha sonora do Senhor dos Anéis (1970). O artista é Bo Hanson e os albuns Sagan om Ringen e Lord of the Rings. Dê uma pesquisada e você e os leitores concerteza irão gostar. Grande abraço.

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  3. Obrigada pelos comentários!

    Marcio eu não sabia que existia essa trilha sonora, com certeza vou procurar, adoro tudo relacionado a essa obra. Valeu pela dica!

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