18 maio 2011

O CURIOSO CASO DE BENJAMIN BUTTON
Cris Compagnoni dos Reis10:28 5 comentários


Imagino que, assim como eu, muitas pessoas foram no cinema assistir o filme O CURIOSO CASO DE BENJAMIN BUTTON sem saber que a história era baseada em um livro, é, a sétima arte às vezes faz dessa com a gente. Não que eu não tenha gostado do que vi na telona, muito pelo contrário, adorei o filme, mas é que para mim, assistir antes de ler infringe a ordem natural das coisas.


Parece paranóia, mas se eu sei que o livro existe, tenho que ler primeiro; a impressão que tenho é que invertendo essa ordem não consigo tirar da leitura tudo o que poderia, a minha imaginação fica “travada”, presa as imagens que vi; não consigo visualizar rostos diferentes, cenários diferentes e tudo o que leio associo ao filme, por isso fica muito difícil falar do livro sem compará-lo a sua adaptação para o cinema. Em síntese, a história é sempre a mesma, só é vista por olhos diferentes.

Mas o que li também não é o texto original de F. Scott Fitzgerald e sim a adaptação em quadrinhos feita por Nunzio DeFilippis e Christina Weier e com ilustrações de Kevin Cornell. E de adaptação em adaptação vamos falar um pouco da história, aquela famosa história em que Benjamin nasce com 70 anos e vai rejuvenescendo ao longo da vida até morrer como um bebê.

17 maio 2011

POESIA MATEMÁTICA
Cris Compagnoni dos Reis11:29 1 comentários



Depois de um longo tempo sem postar nada, lá venho eu com um livro de Matemática, aquela ciência que assusta a maioria dos estudantes e muitos destes levam esse ódio por ela para a vida inteira.


Sempre gostei de Matemática, acho que foi por isso que permiti que a minha curiosidade me levasse a ser um livro de poesia; confesso que raramente leio versos, assim como tem gente que não gosta de números, eu não gosto de poesia. Mas um livro do Millôr Fernandes que fala de Matemática não dá pra resistir, mesmo contendo rimas.

POESIA MATEMÁTICA é um livro extremamente curto, que para ser lido em sua totalidade não lava mais que alguns minutos, os versos contam a história do Quociente que se apaixonou pela Incógnita. O que realmente me encantou foi modo como Millôr brinca com os termos matemáticos, ele usa as palavras no sentido científico e no literal também.