21 abril 2011

O CONTO DA ILHA DESCONHECIDA
Cris Compagnoni dos Reis12:49 2 comentários


Fiquei impressionada com o quanto o desconhecido pode ser encantador. É uma história leve e apesar de ser escrita em com um vocabulário que foge completamente do que chamamos de coloquial, a leitura flui envolvendo o leitor em um universo agradabilíssimo.

Nunca tinha lido José Saramago, confesso que tinha certo receio da fama que a linguagem por ele usada carrega, achava que só alguém com certa bagagem de leituras seria capaz de compreendê-la com clareza, então escolhi um livro pequeno para começas a conhecer a obra desse autor que já recebeu inúmeros prêmios entre eles um Nobel de Literatura.

O CONTO DA ILHA DESCONHECIDA é uma fábula onde são desconhecidos o tempo, o local e nome dos personagens, narra-se a história de um homem que, tomado de determinação, se dirige ao rei e pede que esse lhe de um barco para que possa navegar a procura de uma ilha desconhecida. O rei argumenta que já não há ilhas desconhecidas, mas ouve como resposta que se a ilha é desconhecida ele não tem como saber se ela existe ou não.

15 abril 2011

DIÁRIO DE UM ADOLESCENTE HIPOCONDRÍACO
Cris Compagnoni dos Reis22:43 33 comentários


Sucumbi novamente à literatura infanto-juvenil, e dessa vez ela veio unida a aquela sensação de invadir a privacidade de alguém que acontece quando leio diários.  O que não pode deixar de ser dito sobre esse livro é que ele é recomendado por alguém que entende de adolescência e de diários também: Adrian Mole, de O DIÁRIO SECRETO DE UM ADOLESCENTE, que escreveu a crítica do livro.

O adolescente hipocondríaco que escreveu esse diário é Peter Payne, um inglês de 14 anos que têm duas irmãs: Sally (a mais velha, 17 anos) e Susie (a mais nova, 12 anos), pais normais, enfim, uma família britânica comum.

Sabemos que a adolescência é uma fase difícil da vida, com muitas mudanças, descobertas e dúvidas; ah as dúvidas, são elas que aterrorizam os pensamentos de Peter, principalmente com relação a sua saúde a as mudanças que ocorrem com o seu corpo. Como esse garoto me fez rir com esse livro! A primeira gargalhada que soltei foi quando a professora de biologia lhe disse que ele estava tendo um ataque agudo de hipocondria, ele começou a perguntar quais eram os sintomas e achou que estava à beira da morte.

04 abril 2011

Literatura Fantástica
Cris Compagnoni dos Reis22:10 0 comentários


Para muitos esse gênero da literatura é visto como infantil e sofre até certo preconceito por isso. Não digo que não seja, já que literatura fantástica engloba toda e qualquer história que envolva fantasia, magia, seres imaginários e folclóricos, ou seja, tudo aquilo que a realidade não permitiria que ocorresse.

Adoro histórias de fantasia, elas não impõem regras para a nossa imaginação e a deixa voar livremente permitindo que conheçamos mundos e seres que só nela habitam. É uma viagem incrível, inesquecível, não é justo que apenas as crianças tenham acesso, devemos nos permitir fazê-la quando adultos também.

É nesse gênero que enquadramos os contos de fadas, as lendas, mitologias, que com certeza fizeram parte da nossa infância; o que é que acontece nessa transição entre a criança e o adulto que aquilo que nos fazia sonhar não tem mais espaço nas nossas vidas? Se, temos mais responsabilidades e somos mais sérios, também precisamos nos divertir mais, sonhar mais; o que já nos divertiu tanto não pode perder espaço.