16 março 2011

O REVERSO DA MEDALHA
Cris Compagnoni dos Reis22:12 2 comentários


É só pegar um livro do Sidney Sheldon nas mãos que lembro do que uma amiga (profissional da área das letras) certa vez disse: que a obra dele é “literatura fest-food”, pois segundo a crítica é sem qualidade e puramente comercial. Não ligo, adoro as suas histórias do mesmo jeito, leio porque gosto e não por que algum crítico diz que é bom.

O conceito “literatura fest-food” não se enquadra nesse livro no quesito velocidade de leitura, não por ser complicado de entender por que não o é; mas é muito extenso, também, relata a história de várias gerações da família McGregor, desde o primeiro diamante que originou a fortuna até as conseqüências que o dinheiro trouxe com ele, como a ambição, cobiça e a inveja.

Jamie McGregor foi um escocês que migrou à África do Sul. Ele foi explorado por um holandês, e quase morreu. Ajudado por um africano, arriscaram a vida para invadir um campo de diamantes, onde conseguiram muitos diamantes. Jamie voltou à cidade em que fora enganado e vingou-se do holandês, construindo um vasto império comercial. Kate Blackwell é sua filha, que casou-se com o administrador da Kruger-Brent (nome do império fundado por McGregor), David Blackwell.

12 março 2011

A ORDEM NEGRA
Cris Compagnoni dos Reis23:45 0 comentários


Esse é o segundo livro da trilogia Força Sigma do James Rollins e mantêm o mesmo estilo e ritmo de suspense e aventura que o primeiro: O MAPA DOS OSSOS; apesar de apresentar alguma seqüência, não é fundamental que o leitor passeie primeiro pelas páginas de O MAPA DOS OSSOS, dá pra compreender a história numa boa por que elas são completamente distintas, mesmo tendo personagens em comum.

Em A ORDEM NEGRA a Força Sigma está na pista de uma coleção antiga de livros científicos, todos vindos de uma singular biblioteca, tão peculiar que o comandante do grupo especial Gray Pierce viaja a Copenhagen para um leilão onde vários membros de organizações criminosas desejam comprá-las. Porém, um misterioso incêndio e o assassinato da dona da biblioteca onde os livros se encontravam acarreta em uma busca incansável por quatro continentes. Pierce logo descobre que há uma insidiosa intriga envolvendo um livro, a Bíblia que pertenceu a Charles Darwin, mergulhando num mistério que já vem da Alemanha nazista e envolve experiências macabras levadas a cabo em um laboratório atualmente abandonado e soterrado nas entranhas de uma montanha polonesa.

10 março 2011

O NOME DO JOGO
Cris Compagnoni dos Reis22:39 2 comentários


Dando seqüência ao meu passeio literário pelos quadrinhos, não poderia faltar uma história do Will Eisner que é considerado o “grande mestre” nessa arte.

Temos o hábito de associar os quadrinhos ao humor quando se trata de tiras, ou a ação e a aventura se forem histórias maiores, geralmente focadas em algum super herói; e é justamente por ter esse conceito que me surpreendi com a obra deste quadrinista, as histórias dele são muito reais, principalmente esta O NOME DO JOGO.

 Bom, a realidade pode ser vista de vários ângulos, o que Eisner explora nesse livro são as relações humanas e como elas podem ser usadas a favor da ambição desmedida. Gostaria de esclarecer o que penso sobre ambição: é extremamente importante e todos devem ter, mas nunca em excesso, ela não deve passar por cima dos nossos valores.

Em O NOME DO JOGO, o lendário Will Eisner nos conta uma história que atravessa três gerações de poder e privilégio obtidos através dos conflitos do casamento. É a história de três famílias, os Arnheim, os Ober e os Kayn, todos descendentes de imigrantes judeus, e a sua luta por status. Enquanto o rico busca assegurar o futuro da família através do casamento e herdeiros, os menos afortunados o utilizam para obter riqueza e posição social. Will Eisner prova que independentemente dos princípios de cada um, o casamento é realmente O NOME DO JOGO.