17 novembro 2010

O SÍMBOLO PERDIDO
Cris Compagnoni dos Reis11:28 0 comentários

Até o presente momento este é o último livro de Dan Brown, ansiosamente aguardado por milhares de fãns que o autor conquistou com o sucesso das suas obras anteriores. O mais conhecido personagem de Brown, Robert Longdon protagoniza mais uma alucinante aventura em O SÍMBOLO PERDIDO.

Depois de ter sobrevivido a uma explosão no Vaticano e a uma caçada humana em Paris, Langdon novamente necessitará dos seus conhecimentos de simbologia e sua habilidade para solucionar problemas. Nessa história o professor de Harvard é convidado às pressas por seu amigo e mentor Peter Solomon - eminente maçom e filantropo - a dar uma palestra no Capitólio dos Estados Unidos.

Em consideração a amizade que tem pelo maçom, Robert aceita o seu convite mesmo sendo em cima da hora. Ao chegar lá, descobre que caiu numa armadilha. Não há palestra nenhuma, Solomon está desaparecido e, ao que tudo indica, correndo grande perigo. E grande mesmo, pois o seqüestrador faz com que o professor encontre no chão do Capitólio uma mão humana recém amputada apontando para cima, e Longdon reconhece na mão o anel do amigo Peter. A palestra era na verdade uma armadilha.


O responsável por essa crueldade entra em contato com o professor, ele é um estudioso da Maçonaria e completamente crente de todas as suas “lendas”, entrou para a irmandade, mas não conseguiu se tornar um maçom de alto grau, e não têm acesso a todos os seus segredos. Mal'akh, o seqüestrador, acredita que os fundadores de Washington, a maioria deles mestres maçons, esconderam na cidade um tesouro capaz de dar poderes sobre-humanos a quem o encontrasse.

Mal’akh está convencido de que Langdon é a única pessoa que pode localizar esse tesouro, decifrando a “Pirâmide Maçônica”, já que além de ser um estudioso da área mantém uma longa amizade com Peter que é um maçom de último grau. Vendo que essa é sua única chance de salvar Solomon, o simbologista resolve colaborar com o seqüestrador e se lança numa corrida alucinada pelos principais pontos da capital americana - o Capitólio, a Biblioteca do Congresso, a Catedral Nacional e o Centro de Apoio dos Museus Smithsonian.

Neste labirinto de verdades ocultas, códigos maçônicos e símbolos escondidos, Langdon conta com a ajuda de Katherine, irmã de Peter e renomada cientista que investiga o poder que a mente humana tem de influenciar o mundo físico. Esse é um novo ramo da ciência conhecida como Noética, e Kat trabalha em um laboratório equipado pelo irmão com o que há de mais moderno nessa área, ela acaba entrando na história por que tinha marcado um encontro com ele em seu laboratório; mas ele não aparece e ao tentar entrar em contato acaba reencontrando Robert.

O tempo está contra eles. E muitas outras pessoas parecem envolvidas nesta trama que ameaça a segurança nacional, entre elas Inoue Sato, autoridade máxima do Escritório de Segurança da CIA, e Warren Bellamy, responsável pela administração do Capitólio. Como Langdon já aprendeu em suas outras aventuras, quando se trata de segredos e poder, nunca se pode dizer ao certo de que lado cada um está.

É mais uma aventura eletrizante em que o leitor não consegue largar o livro, são tantos mistérios quanto aos segredos da Maçonaria e dessa “nova” Ciência Noética que perdemos a noção do que é real e do que é ficção. Dan Brown vai deixando o leitor cada vez mais curioso a respeito da lenda dos Antigos Mistérios enquanto Katherine e Robert juntos vão decifrando os segredos escondidos na Pirâmide e se aproximando cada vez mais do grande Símbolo Perdido.
Sobre o autor (a) Formada em Matemática e especialista em Estatística mas ganha a vida como bibliotecária e é viciada em livros. Facebook ou Twitter

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