22 outubro 2010

A FANTÁSTICA FÁBRICA DE CHOCOLATES
Cris Compagnoni dos Reis14:01 2 comentários

Cá estou eu novamente em uma viagem pela literatura infanto-juvenil, e não li este livro quando criança, o fiz há pouco tempo atrás. Histórias infantis me fazem voltar a ser criança, me fazem recordar a criança que fui, as aventuras que vivi, os sonhos que sonhei.

Imagino A FANTÁSTICA FÁBRICA DE CHOCOLATES já é uma história bem conhecida pelo fato de ter ido parar nas telonas duas vezes, a primeira em 1971 e a segunda em 2005; dos quais assisti apenas a primeira adaptação e posso dizer que, é fiel ao livro em todos os detalhes, até mesmo os diálogos originais do livro foram mantidos!

Tudo começa com o avô de Charlie, que sabe muitas histórias sobre a misteriosa Fábrica de Chocolates, antigamente ela muito imponente, mas o proprietário o Sr. Willy Wonka passou a desconfiar quem tinha espiões em sua Fábrica que tentavam roubar as suas receitas para entregar aos seus rivais; ele resolveu fechar a Fábrica e anunciou que estava saindo do negócio para sempre.

19 outubro 2010

O ÚLTIMO TEMPLÁRIO
Cris Compagnoni dos Reis18:00 6 comentários

Essa é um livro pra quem gosta daquelas aventuras cheias de suspenses e muita História envolvendo temas polêmicos e fonte de muita curiosidade como tudo que envolve o cristianismo e o mistério que certa a extinta Ordem dos Cavaleiros Templários.

O misto de fatos históricos com ficção é o charme do livro, passa a impressão de que tudo é real, chega uma hora em que o leitor não consegue mais separar as coisas devido ao seu envolvimento na história; envolvimento esse que vai crescendo e fazendo com que o simples fato de largar o livro para continuar a leitura no dia seguinte se torne muito difícil.

O livro se inicia alternando fatos ocorridos em 1291 com os Cavaleiros Templários com fatos contemporâneos, no passado se têm o ataque dos muçulmanos à antiga cidade de Acre mas a galé Templo do Falcão consegue zarpar e levar um pequeno grupo de cavaleiros; sete séculos depois, na cidade de Nova York, quatro homens vestidos de templários e montados a cavalo irrompem na festa de abertura de uma exposição de relíquias do Vaticano no museu Metropolitan, espalhando pânico e roubando os objetos expostos.

18 outubro 2010

RUMBLE FISH - O SELVAGEM DA MOTOCICLETA
Cris Compagnoni dos Reis09:28 0 comentários

Este livro conta um pouco da história de Rusty-James, um período complicado da vida deste garoto. Não é uma história alegre, ela é dura, assim como a realidade pode ser para alguns.

Susan E. Hilton ficou conhecida pelo livro Outsiders e repetiu o sucesso com RUMBLE FISH, que também foi levado as telas pelo cineasta Francis F. Coppola em 1983 (infelizmente não tive a oportunidade de ver o filme). Ambos situam os acontecimentos nos subúrbios americanos dos anos 70, mostrando o quanto é difícil para um jovem sobreviver nesse contexto.

A autora criou um universo onde não há pais nem autoridades adultas, um ligar onde os garotos vivem segundo as suas próprias regras. Ela diz que escreveu porque não conseguia encontrar histórias que descrevessem a vida dos adolescentes fora do estreito mundo dos bailinhos escolares.

14 outubro 2010

PRA SER SINCERO
Cris Compagnoni dos Reis11:16 0 comentários


Como alguns amigos sabem me enrolei bastante até resolver escrever sobre este livro, pois existem certas opiniões que quero guardar só pra mim, ainda mais quando se têm amigos realmente fanáticos pelo Humberto Gessinger.

PARA SER SINCERO, 123 VARIAÇÕES SOBRE O MESMO TEMA é uma espécie de “auto-biografia” que revela a trajetória de uma banda vista pelos olhos do seu líder, ídolo de uma geração, da geração na qual me incluo. Essa é a história dos ENGENHEIROS DO HAWAII.

Reza a lenda que a banda que no início se chamava “Frumelo & Os Sete Belos’ nasceu para durar uma noite só, e a noite era 11 de janeiro de 1985, coincidentemente o mesmo dia da abertura da primeira edição do Rock in Rio; só que bem longe do Rio de Janeiro, foi no palco do auditório da Faculdade de Arquitetura da UFRGS.

06 outubro 2010

MANUAL DA PAIXÃO SOLITÁRIA
Cris Compagnoni dos Reis09:39 2 comentários

Este é mais um livro do Moacyr Scliar, um dos meus autores preferidos; é uma história bíblica assim como A MULHER QUE ESCREVEU A BÍBLIA. Porém isso não quer dizer que seja uma história religiosa ou que tenha a ver com religião, muito pelo contrário, é uma história pra lá de divertida, com personagens bíblicos.

Shela é o narrador desta história, ele é o filho caçula do patriarca Judá; acho que o que mais gosto nas histórias de Scliar é o modo como ele chega no narrador da história, em A MULHER QUE ESCREVEU A BÍBLIA foi através de uma seção de regreção; já em MANUAL DA PAIXÃO SOLITÁRIA acontece um congresso bíblico onde um famoso professor fará uma palestra sobre um manuscrito recentemente descoberto, esse manuscrito teve Shela como seu autor, e o professor “encarna” este autor como personagem e apresenta um monólogo em primeira pessoa dando vida à Shela.

Mas vamos à história. Judá teve três filhos: Er, Onam e Shela, o mais velho Er fez um grande casamento com a linda filha do sacerdote, Tamar; só que ele não era muito interessado em mulheres, e a sua nunca engravidava como todos esperavam; até que um dia Er moreu.

01 outubro 2010

HONRA SILENCIOSA
Cris Compagnoni dos Reis09:42 1 comentários

Já esclarecerei desde o princípio que esse é um romance daqueles que geralmente os homens não gostam, Danielle Steel escreve para as mulheres, escreve aquelas histórias em que toda leitora se coloca no lugar da mocinha, sofre com o seu sofrimento anseia pelo final feliz, e de preferência, com o seu “príncipe encantado”.


Mas este “conto de fadas” têm uma mocinha muito real, e o seu sofrimento é causado primeiramente pelo choque de cultura que sofre ao sair do Japão e ir morar nos Estados Unidos com os tios; e depois, com o ataque a base americana de Pearl Harbor, que transformou a vida de todo japonês ou descendente, que residia nos EUA um verdadeiro inferno.

Hiroko, a mocinha, fez essa mudança radical na sua via na década de 40, a pedido dos seus pais que queriam que a filha tivesse acesso a uma educação de qualidade. Hiroko fica deslumbrada com os hábitos da cultura ocidental e também apaixona-se pelo professor Peter Jenkis. Tenta equilibrar os valores herdados de seus antepassados com os novos costumes adquiridos. Sente-se vivendo em liberdade, num verdadeiro paraíso, mas por um curto período de tempo.