30 junho 2010

OUTSIDERS – VIDAS SEM RUMO
Cris Compagnoni dos Reis10:54 4 comentários


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Esse é um dos livros que me fez chorar, essa leitura foi tão envolvente que não conseguia largar o livro, o li todo em um só dia, senti uma necessidade alucinante de conhecer o destino de Ponyboy que não consegui fazer mais nada alem de ler.
Ponyboy Curtis é o caçula de três irmãos, Darrel Curtis o mais velho e Sodapop Curtis o irmão do meio. Os pais dos meninos são falecidos por causa de um acidente de carro e Darrel que já é maior de idade têm a guarda dos irmãos; mas para continuar juntos os três órfãos têm que evitar se meter em confusões.
O que fica muito difícil visto a realidade que os cercam, eles moram no subúrbio da pequena cidade de Tulsa, Oklahoma, e para os jovens do início da década de setenta a cidade está é dividida em duas gangues os Socs, que são os “ricaços”, e os Greasers que são os pobres descendes de mexicanos, que amargam empregos em postos de gasolina e sofrem com a perseguição da polícia. É a esse segundo grupo que os Curtis pertencem.

28 junho 2010

FORREST GUMP
Cris Compagnoni dos Reis10:33 1 comentários



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FORREST GUMP é com certeza um dos livros mais engraçados que já li, a história é muito boa, tanto que sua adaptação para o cinema, sob o mesmo título, rendeu treze indicações para o Oscar e levou o prêmio em seis delas.

Assim fica impossível não comparar o livro com o filme homônimo, e notei uma diferença que pode ser considerada pequena ou gigante simultaneamente; já que nas telonas pode se ver um drama, a triste história de um homem que têm o Q.I. muito abaixo da média e por toda a sua vida foi motivo de zombarias. Enquanto as páginas do livro divertem o leitor com uma narrativa cômica irresistível sendo que os acontecimentos na vida do protagonista são os mesmos no livro e no filme.

23 junho 2010

ISAAC NEWTON E SUA MAÇÃ
Cris Compagnoni dos Reis15:38 4 comentários


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Essa é a biografia mais engraçada que já li na minha vida! Não que Isaac Newton tenha sido um cara engraçado, isso ele não foi mesmo, não tinha o menor senso de humor, mas a forma como sua vida foi descrita nesse livro é recheada de cenas cômicas.
Todo mundo sabe que Newton foi aquele físico inglês que viveu há trezentos anos e que depois de levar uma maçãzada na cabeça enquanto descansava à sombra de uma macieira descobriu a Lei da Gravidade. Na verdade o trabalho dele vai muito além dessa Lei, mas não é de Física e nem de Matemática que o livro fala, e sim da vida desse ser humano estranho.
É, Isaac Newton era muito estranho, primeiros que ele era extremamente curioso (a ponto de ser perguntar por que a maçã caiu) e não media esforços para descobrir o porquê das coisas; chegou a enfiar arames dentro do seu próprio olho afim de fazer experiências de óptica geométrica.
O cara não tinha amigos, não se dava com ninguém da sua família, era odiado por quase todos que conviviam com ele. Era oportunista, invejoso e não conhecia ética alguma. Dizem as más línguas que usava de seu cargo para não deixar que se publicassem estudos de outros na mesma área que ele publicava.

22 junho 2010

SE HOUVER AMANHÃ
Cris Compagnoni dos Reis16:35 2 comentários


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Sem sombra de dúvida é um dos melhores livros que já li, Sidney Sheldon entrou pra minha lista de autores preferidos com ele e Tracy Whitney ganhou mais uma fã, como eu torci por essa personagem, acho que nunca encontrei uma protagonista que eu admirasse tanto, e creio que não estou sozinha nessa, uma amiga cogitou a hipótese de dar a sua filha, quando ela tiver uma, o nome de Tracy.
Parece exagero eu sei, mas a história é realmente muito boa, Tracy Whitney tinha um bom emprego, ganhava bem, estava apaixonada e iria se casar com um homem da alta sociedade que era carinhoso e bonito, se considerava a mulher mais feliz do mundo, e a com mais sorte também.
É aí que a história muda totalmente de rumo, acontece uma tragédia com a sua mãe e, ao tentar resolver, Tracy entra numa cilada e acaba por ser condenada a quinze anos de prisão; seu noivo perfeito a acusa de sujar o nome da sua família e a abandona a própria sorte. É nesse ponto que ocorre a passagem que mais gostei no livro, o modo como Tracy sai da cadeia, legalmente, muito antes de cumprir sua sentença, sem conseguir provar sua inocência.
Ela vai atrás da sua vingança, de provar a sua inocência, de fazer com que todos que a humilharam e lhe negaram ajuda paguem por isso. Ela acabou virando uma ladra de jóias, obras de arte, objetos de altíssimo valor; de início foi sem querer, mas acabou gostando na nova profissão, pois lhe propiciava viver várias aventuras, correr riscos, usar disfarces, ser várias mulheres diferentes.

21 junho 2010

PÁSSAROS FERIDOS
Cris Compagnoni dos Reis13:54 1 comentários


Não sei quanto tempo Colleen McCullough levou para escrever esse livro, mas posso afirmar que é um dos maiores que já li, senão o maior; fiquei um bom tempo devorando as páginas, viajando na história, torcendo por Meggie e sofrendo junto com ela; valeu a pena, e muito. PÁSSAROS FERIDOS conta a saga da família Clearys a partir do momento em que Paddy se muda com a esposa Fiona e os sete filhos para a enorme fazenda de criação de carneiros Drogheda, que é propriedade de sua irmã mais velha Mary Carson que é viúva e não tem fihos. Meggie é a caçula e a única filha do casal, ainda criança se apaixona por Ralf de Bricassart, que é padre e muito amigo da sua tia Mary. Ralf se encanta com a menina, mas sua posição impede que ele se envolva com ela; e sua ambição também, pois quando Marry está para morrer ela faz com que Ralf decida se a fazenda ficará de herança a família de Meggie ou a Igreja. Ralf opta por deixar que a fazenda fique com a Igreja, e usa desse poder financeiro que Mary lhe proporciona para deixar a remota paróquia perdida no interior da Austrália para freqüentar os salões do Vaticano. Deixando Meggie e sua família como empregados da fazenda. O livro passa por toda a história da família, desde a infância de Meggie até a morte de um dos seus filhos já adulto, o filho que ela teve com Ralf, e que assim como o pai tornou-se padre. A história é focada no amor entre Meggie e Ralf, que continua existindo, sempre, apesar da tristeza que causa da vida dela.

18 junho 2010

QUEM ME DERA SER ONDA
Cris Compagnoni dos Reis16:30 1 comentários


Foi o acaso que fez esse livro vir parar em minhas mãos, e confesso que dei boas risadas com ele. O autor é o angolano Manoel Rui que evidência o caráter cômico durante toda a narrativa.

Diogo e sua família são oriundos do interior, moram no sétimo andar de um prédio que não permite animais domésticos; porém Diogo tem muito desejo de comer carne e acaba ganhando um porquinho, ao leva-lo para casa sua intenção é cria-lo até que engorde e se torne uma apetitosa refeição.

Os filhos de Diogo, Ruca e Zeca se afeiçoam ao animal, dão-lhe o nome de carnaval, já que é nessa data que o pai pretende fartar-se da sua carne, brincam com ele e fazem com que o porquinho seja mais que um animal de estimação; seja parte da família.


Com a presença de carnaval o prédio vira uma confusão só, pois o sindico desconfia da sua existência e tente de todos os jeitos flagrar o animal de Diogo para que este livre-se do porco. Para os meninos tudo isso é uma festa, eles chegam a levar o porco para a escola a fim de mostrá-lo aos colegas.


16 junho 2010

MEMÓRIAS DE MINHAS PUTAS TRISTES
Cris Compagnoni dos Reis15:24 0 comentários


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Depois de dez anos sem publicar nenhuma obra de fixão, Gabriel García Márquez volta a cena literária com o livro MEMÓRIAS DE MINHAS PUTAS TRISTES, que apresenta, sem pudor algum, as memórias de um velho jornalista que escolhe a luxúria para mostrar ao mundo e a si mesmo que ainda está vivo.
Narrado em primeira pessoa, o personagem, que é extremamente solitário, gaba-se de ter pago por sexo durante toda da sua vida, nunca praticou o ato por amor ou por qualquer outro sentimento que não seja sua satisfação física. Enquanto desfia as lembranças de uma vida sexual vigorosa deixa a mostra sua vida vazia, sem paixões, preenche seu tempo escrevendo crônicas e resenhas maçantes para um jornal provinciano, dando aulas de gramática para alunos tão sem horizontes quanto ele.

07 junho 2010

ANA E PEDRO – CARTAS
Cris Compagnoni dos Reis15:14 12 comentários




Mais um livro de literatura infanto-juvenil que li depois de adulta e adorei, essa história tem uma atmosfera encantadora além de passar a impressão de que estamos invadindo a privacidade dos personagens, coisa que todo mundo gosta de fazer, mesmo que seja só por curiosidade.

Essa sensação se dá por que o livro é escrito como se fosse a troca de correspondências entre Ana, que gosta de ler, de ir ao cinema e de estar à beira-mar e Pedro, que é de Belo Horizonte, gosta de futebol, escreve poesias e ama montanhas. O livro é de Vivina de Assis Viana e Ronald Claver, sendo que ela escreve as cartas da Ana e ele as do Pedro.

02 junho 2010

O SENHOR DAS MOSCAS
Cris Compagnoni dos Reis13:20 0 comentários


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Esse livro deu a Willian Golding o prêmio Nobel de literatura de 1982, isto posto não há necessidade de adjetivos para adornar essa obra. Não lembro se ouvir dizer ou se li em algum lugar que esta é uma das três histórias que inspiraram o seriado Lost, e realmente lembra bastante, fato que pode incitar os fãns da série a se tornarem leitores.
A história se passa durante a Guerra Fria, e uma pequena cidade do interior da Inglaterra este sob ameaça de uma bomba nuclear, temendo o pior as autoridades locais colocaram todos os meninos da cidade em um avião cujo destino somente eles e a tripulação sabia, mas seria um lugar seguro.