15 março 2010

A SAGA CREPÚSCULO
Cris Compagnoni dos Reis21:02 0 comentários

Com quatro livros: Crepúsculo, Lua Nova, Eclipse e Amanhecer essa saga é um fenômeno entre os adolescentes, tanto no cinema quanto na literatura. Já deixei a adolescência há algum tempo, mas continuo curiosa, precisava saber o que Stephanie Meyer escreve que os encanta tanto.

Tenho dois posicionamentos distintos quanto a estes livros:

• Primeiro vem o meu lado adolescente, como não se encantar com aquela trágica história de amor proibido que desde Shakespeare acalenta os corações sonhadores? E se esse amor é vivido em uma fase da vida em que somo trágicos por natureza, quando tudo pode representar o fim do mundo, quando se tem dezessete anos e se apaixona por um vampiro, quanto sofrimento. A vilania boazinha dos vampiros traz um ar de suspense e uma apimentada na impossibilidade desse amor.


• Em segundo quero me colocar no lugar de Bran Stoker, que ao escrever DRÁCULA e dar início à chamada hoje de “literatura vampírica” nunca imaginou que pudessem supor que um vampiro poderia sair à lua solar e brilhar ao invés de morrer, que pudesse não se alimentar de sangue humano, que poderia ser pacífico, que seria o mocinho e que a mocinha humana quisesse ser vampira; revoltaria-me no túmulo. Stoker não criaria uma cidade fictícia onde chove ou está nublado o ano todo para que seus vampiros possam passear durante o dia.

Bella e Edward têm um relacionamento muito sofrido, chega ao ponto em que os dois tentarem suicídio quando estão separados, mas nisso Romeu e Julieta obtiveram mais sucesso. Ler Stephanie Meyer foi como assistir um filme romântico meloso e triste mas que termina com um “foram felizes para sempre”, geralmente filmes assim me fazem chorar, o que essa saga não conseguiu!

Esse vídeo mostra uma opinião genial sobre a saga, clique aqui e assista.
Sobre o autor (a) Formada em Matemática e especialista em Estatística mas ganha a vida como bibliotecária e é viciada em livros. Facebook ou Twitter

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